Farias & Tarouco
Trabalhista Empresarial

Defesa em reclamatória trabalhista

Advogado de braços cruzados em postura de defesa — defesa em reclamatória trabalhista para empresas, Farias & Tarouco

Recebi uma citação. E agora?

A primeira coisa a saber é que o relógio já está correndo: a citação vem com audiência marcada, e é até ela que a empresa precisa ter defesa escrita, documentos organizados, preposto preparado e testemunhas definidas. Diferente do processo civil comum, o rito trabalhista é rápido e concentrado — o que não for feito a tempo, em regra não se recupera depois.

A segunda coisa a saber é que pânico e revolta são os piores conselheiros do réu trabalhista. A pergunta útil não é "como ele pode me processar?", e sim: o que ele consegue provar, o que eu consigo provar, e quanto custa cada cenário? É essa conta, feita com frieza logo no início, que separa uma defesa racional de um processo conduzido no impulso.

O que decide um processo trabalhista

Na Justiça do Trabalho, boa parte do ônus de prova é da empresa — é ela quem tem o dever de documentar a jornada, os pagamentos, as entregas de EPI, a rescisão. Por consequência, o processo raramente é decidido pela tese mais brilhante: é decidido pelo confronto entre a documentação da empresa e a prova oral — depoimento do preposto e das testemunhas. Uma defesa bem escrita com um preposto despreparado perde; documentos medianos com instrução bem conduzida muitas vezes ganham. Por isso preparamos os dois lados com o mesmo cuidado.

O que o serviço inclui

  • Análise de risco inicial — pedido por pedido, o que tende a prosperar, o que tende a cair e a estimativa de valores em cada cenário
  • Defesa técnica completa — contestação, documentos, cálculos e impugnações
  • Preparação de preposto e testemunhas — quem vai falar pela empresa sabe exatamente o que esperar da audiência
  • Liquidação técnica — conferência rigorosa dos cálculos, porque muita condenação justa vem com conta errada
  • Recursos e execução — o acompanhamento não termina na sentença

Lutar ou acordar: a conta que fazemos junto com você

Nem todo processo merece briga até o fim — e nem todo processo merece acordo. A decisão certa sai de uma conta, não de um sentimento: risco de condenação por pedido, custo do processo (inclusive o tempo da sua equipe em audiências), valor e momento de um eventual acordo, e o precedente que cada caminho cria para os próximos ex-empregados. Apresentamos essa conta aberta, com nossa recomendação — e a decisão final é sempre sua, informada.

Como funciona, etapa por etapa

  1. Triagem urgente. Recebida a citação, levantamos prazos, pedidos e documentos disponíveis — nas primeiras horas, não na véspera da audiência.
  2. Estratégia. Análise de risco pedido a pedido e definição do caminho: contestar integralmente, buscar acordo, ou combinar os dois.
  3. Instrução. Defesa protocolada, preposto e testemunhas preparados, audiência conduzida.
  4. Desfecho e aprendizado. Recurso ou execução conforme o caso — e o relatório do que o processo revelou sobre a rotina da empresa, para o problema não se repetir (é aqui que a defesa conversa com a blindagem de passivo).

Perguntas frequentes

Quanto tempo tenho depois da citação?

A defesa deve estar pronta até a audiência marcada na citação — e a preparação útil (documentos, preposto, testemunhas) precisa começar imediatamente. Quanto antes a análise começa, mais opções de estratégia existem.

Fazer acordo é admitir que estou errado?

Não — acordo é decisão econômica, não confissão. Há casos em que o acordo custa uma fração do risco; há casos em que ceder criaria uma fila de novas ações. A resposta certa depende da conta, e é ela que apresentamos.

Qualquer pessoa pode ser preposto da empresa?

O preposto precisa conhecer os fatos — e o que ele disser vincula a empresa. Levar à audiência alguém despreparado é uma das formas mais comuns de perder um processo que se ganharia. A preparação do preposto faz parte do trabalho.

Minha empresa não é de Pelotas. Vocês atendem?

Sim. Atuamos em todo o Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, e as audiências trabalhistas hoje são em grande parte telepresenciais — o que permite defesa em todo o Brasil.

O ex-funcionário está pedindo um valor absurdo. Vou pagar aquilo?

O valor da inicial é o pedido, não a condenação — e frequentemente vem inflado. A análise de risco mostra o intervalo realista de exposição, que é o número que deve orientar suas decisões.

Quer saber o tamanho do risco na sua empresa?

O primeiro passo é o diagnóstico — conversa direta com os sócios, sem compromisso.

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Dr. Inácio Tarouco
Dr. Inácio Tarouco
OAB/RS 102.174 · Especialista em Direito do Trabalho

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