
É a fotografia técnica e integral da situação trabalhista da empresa: um exame pontual, com começo, meio e fim, que percorre toda a documentação e a prática de pessoal e responde às duas perguntas que todo empresário deveria saber responder — onde estou exposto, e quanto essa exposição pode custar?
Diferente de uma conferência de folha, que olha se o cálculo do mês está certo, a auditoria olha a relação de emprego inteira, com os olhos de quem defende empresas na Justiça do Trabalho: não pergunta apenas "isso está sendo pago?", mas "isso está provado — e sobreviveria a uma reclamatória?".
O produto da auditoria é um relatório executivo — feito para o dono decidir, não para enfeitar gaveta — com três peças: a matriz de riscos valorada (cada exposição classificada por gravidade e por custo potencial estimado), o plano de correção priorizado (o que corrigir primeiro, o que pode esperar, o que é detalhe) e a reunião de apresentação, em linguagem de negócio, onde as decisões são tomadas com os números na mesa.
Os três serviços trabalhistas do escritório se encadeiam pelo tempo: a auditoria é a fotografia — o exame pontual que mostra onde a empresa está; a blindagem de passivo é a obra — corrige o que a fotografia revelou e implanta a rotina protegida; e a assessoria preventiva é o acompanhamento — garante que as decisões novas não recriem o problema. Pode-se contratar só a fotografia; a maioria, ao vê-la, entende por que a obra vale a pena.
Depende do número de empregados e do estado da documentação — em empresas de pequeno e médio porte, o trabalho costuma se concluir em poucas semanas, entre levantamento, análise e relatório final.
Não — o trabalho é essencialmente documental e conduzido com discrição, a partir dos arquivos e sistemas. As interações com a equipe se resumem a esclarecimentos pontuais, no ritmo que a operação permitir.
Integralmente. O relatório é protegido pelo sigilo profissional do advogado e entregue apenas a quem você determinar — essa é, inclusive, uma vantagem de auditar com advogado, e não com consultoria comum.
Melhor encontrá-lo você do que um ex-empregado: problema conhecido tem plano, prazo e custo controlado; problema desconhecido tem citação, urgência e condenação. O plano de correção existe exatamente para isso.
Não — a conferência contábil valida cálculos; a auditoria jurídica avalia risco de condenação: validade de acordos, prova de jornada, laudos, prática versus papel. São camadas diferentes de proteção, e a segunda é a que aparece na Justiça.
O primeiro passo é o diagnóstico — conversa direta com os sócios, sem compromisso.
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